Eu não era uma adolescente normal, só pode!
Segue um dos meus, sei lá que nome dar a isso. (Não é nenhum poema).
Na estrada - (junho de 1998)
Amor te espero na estrada.
Não chegue atrasado,
Não perca o jantar.
Vida! O que sou eu?
Um fantasma a te esperar.
Tire o carro da garagem.
Você sempre fez assim.
Delírio, vertigem, imagem,
Seu rosto todo carmim
Você me deu sonhos? – Coragem!
Disse: - Eu volto já!
Apenas vi de passagem,
Aquela coruja a piar.
Amor cuidado na estrada – destino?
Na estrada eu fui te esperar
Um minuto e vem o desatino,
Uma dor que não vai se curar.
As velas estão acessas
Esta frio aquele jantar
Amor te encontro na estrada
Que a morte foi te buscar.
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